Vacinação

Principais serviços

A vacina é um mecanismo que faz o nosso corpo criar anticorpos contra determinados tipos de vírus e bactérias causadores de doenças. Quando estamos vacinados e entramos em contato com esses agentes patológicos, nosso corpo já está totalmente protegido e as doenças não chegam nem a se manifestar.

Para garantir saúde e proteção para toda a família, a clínica Dra. Núbia Jacó oferece vacinas para todas as faixas etárias, e atende às normas da portaria conjunta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e da Fundação Nacional de Saúde (ANVISA/FUNASA): controle de qualidade, cadeia de frio, controle de temperatura e higiene. A frente de todos os processos inerentes da imunização, uma equipe médica especializada formada pela Dra. Núbia e Dr. João Cláudio, Pediatras, e Dr. Maia, Clínico Geral.

Seu dia é uma correria e está difícil arrumar tempo até para tomar vacina? Ou levar seu filho pequeno ou prematuro, para mais uma picadinha? A Clínica de Vacinação Dra. Núbia Jacó oferece o serviço de atendimento domiciliar. Este atendimento conta com equipe técnica qualificada e treinada especialmente para transportar e aplicar vacinas com segurança em domicílio. Este é mais um jeito de proteger e cuidar da vida enquanto proporcionamos comodidade, segurança e conforto a quem conta com a gente.

Agende este serviço de segunda a sexta através do telefone: 0800 701 5853.

Planos e condições especiais, oferecendo mais saúde e produtividade aos funcionários. O atendimento poderá ser realizado na empresa ou na própria clínica.

Serviços corporativos

Vacinação ambulatorial;

Coordenação de campanha de vacinação;

Convênio para vacinação de colaboradores e dependentes.

Benefícios

Redução do número de absenteísmo (dias de falta) e improdutividade do colaborador;

Redução dos gastos com saúde, internações, medicações;

Ampliação da qualidade das ações do programa de saúde da empresa;

Ampliação do programa de benefícios, com pouco impacto financeiro;

Aumento dos níveis de satisfação e saúde do colaborador;

Geração de valor para os programas de certificação de qualidade; Incremento no valor da imagem corporativa.

Desde o nascimento é importante que a criança esteja imune à doenças que possam comprometer toda a vida dela. Deslocamos equipe para aplicação da primeira dose da Hepatite B e da BCG no recém nascido logo após o seu nascimento, seguindo as recomendações oficiais da SBIm, SBP, PNI, OMS*. Para isso, é necessário apenas entrar em contato conosco através de nossa central de atendimento após o nascimento do bebê, através do telefone: 0800 701 5853

Perguntas Frequentes

Por que um calendário de vacinação para a mulher? Porque o adulto, diferentemente do que se pensa, também precisa de vacinas para se proteger de doenças infecciosas. E a mulher, especificamente, necessita destas orientações de acordo com as fases de sua vida: antes da gravidez, durante a gravidez e depois da gravidez. Isto porque algumas vacinas não podem ser aplicadas durante a gestação.

Qual a melhor época para vacinar a mulher? O ideal é vacinar a mulher durante a adolescência para que ela chegue na idade adulta livre das doenças que podem ser evitadas através da imunização. Mas se não foi possível, a mulher deve ser vacinada em qualquer idade. Alguns reforços são para toda a vida, como a vacinação contra o tétano, a difteria, a coqueluche e a gripe.

Quais são as doenças que podem ser evitadas em mulheres através da vacinação? Difteria, tétano, coqueluche, hepatite A, hepatite B, infecções pelo HPV, influenza (gripe), varicela, sarampo, rubéola, caxumba, infecções pneumocócicas, infecções meningocócicas do tipo C, febre amarela (em regiões endêmicas) e raiva (em casos de emergências).

Quais são as vacinas que não podem ser aplicadas durante a gravidez? A gestação não é a melhor época para vacinar. Sempre que possível, deve-se evitar esta fase da vida preferindo a vacinação antes ou logo após a gravidez. Seu obstetra deve sempre ser consultado sobre as vacinas que aconselha ou não durante a gestação. Contra-indicadas são as vacinas de vírus atenuados: Tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola); antivaricela (contra catapora); febre amarela (exceto em localidades onde esta doença é de alto risco). A vacina anti-HPV também está contra-indicada durante a gestação.

E se acidentalmente a mulher for vacinada grávida? As contra-indicações existem para segurança da mãe e de seu bebê, no entanto, são inúmeras as mulheres que, acidentalmente (por não saberem que estão grávidas) foram vacinadas, inclusive contra a rubéola. Nenhuma delas ou seus bebês sofreram qualquer dano por isto.

Quando está amamentando, a mulher pode ser vacinada? As únicas vacinas contra-indicadas durante a amamentação (lactantes menores de 6 meses) são as vacinas de Febre Amarela e Dengue. Todas as outras vacinas, inclusive as outras contendo vírus vivo, podem ser aplicadas em mulheres amamentando.

A mulher vacinada protege de alguma forma o seu bebê? Sim. Primeiro porque durante a gestação ela transmitirá anticorpos para o feto e isto o protegerá nos primeiros meses de sua vida. Desta forma, quanto mais vacinada a mulher, mais anticorpos ela poderá passar para seu bebê. Além disso, algumas doenças, contra as quais o bebê só fica protegido após os seis meses de idade, são transmitidas pelo adulto sem que ele saiba, como a gripe e a coqueluche, doenças graves durante os primeiros meses de vida.

Como se proteger das hepatites? São dois tipos de hepatite que podem ser preveníveis através da vacinação: A e B. A hepatite A é uma das maiores causas de hepatite fulminante (que leva à necessidade de transplante de fígado), no Brasil. É uma doença que se transmite através de água e alimentos contaminados ou pelo contato direto com o doente. Estima-se que cerca de 45% da população brasileira adulta está suscetível à hepatite A, o que vem se retratando num aumento da incidência da doença nos pais. A hepatite B é considerada um dos maiores problemas de saúde pública. É cem vezes mais contagiosa que a AIDS, pois, além de sexualmente transmissível, pode ser transmitida pelo beijo e por contatos com sangue, que podem ocorrer, por exemplo, na manicure ou dentista. Proteger-se das hepatites A e B é simples. Na rede pública, a vacina contra hepatite B está disponível para adolescentes de até 19 anos de idade. Na rede privada estão disponíveis a vacina contra hepatite A e a vacina combinada contra hepatite A e B.

Os esquemas de doses recomendadas são:

  • Vacinas contra hepatite B: 3 doses com intervalos de 1 mês entre a primeira e a segunda dose e de 5 meses a segunda e a terceira.
  • Vacina contra hepatite A: 2 doses com intervalo de 6 meses entre elas.
  • Vacina combinada anti-hepatite A e B: 3 doses com intervalo de 1 mês entre a primeira e a segunda dose e de 5 meses entre a segunda e a terceira dose.

Como se proteger da difteria, tétano e coqueluche? Existem 2 vacinas: uma protege apenas da difteria e do tétano e chama-se Dupla do tipo adulto. Está disponível na rede pública de saúde e deve ser aplicada em todos os adultos a cada 10 anos. A outra vacina é mais completa, protegendo da difteria, do tétano e também da coqueluche e se chama Tríplice Bacteriana do tipo adulto. Esta vacina está disponível na rede pública para gestante (a partir da 20ª semana gestacional) e nas clínicas de vacinação da rede privada. Sua importância deve-se ao fato de que o adulto, sem saber, transmite a Bordetella pertussis (bactéria da coqueluche) para o bebê. E para esses, a coqueluche é uma doença grave que pode levar inclusive a internações em UTIs. A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda:
· Com esquema de vacinação básico completo: dose de reforço, preferencialmente com dTpa, dez anos após a última.
· Com esquema de vacinação básico incompleto: uma dose de dTpa a qualquer momento e completar a vacinação básica com dT (dupla bacteriana do tipo adulto) de forma a totalizar três doses de vacina contendo o componente tetânico.
· Não vacinados e/ou histórico vacinal desconhecido: uma dose de dTpa e duas doses de dT no esquema 0 – 2 – 4 a 8 meses.
Para gestantes: Uma dose de tríplice acelular tipo adulto a partir da 20ª semana gestacional

Como se proteger das infecções pelo HPV? Existem mais de 100 tipos de HPV sexualmente transmissíveis. Eles se dividem em dois tipos: os oncogênicos(relacionados ao câncer, como o de colo de útero) e os não oncogênicos. Entre os oncogênicos destacam-se os tipos 16 e 18, que são responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo do útero. Outros HPVs (entre eles os 45, 31, 33 e 52) também são causas de câncer. Entre os HPVs não oncogênicos destacam-se os tipos 6 e 11, causadores de 90% das verrugas genitais. Hoje, sabe-se que não existe câncer de colo do útero sem infecção prévia pelo HPV. E ainda que 50% da população sexualmente ativa entra, em algum momento da vida, em contato com o vírus. A melhor maneira de prevenir o câncer de colo do útero é através da vacinação, uma vez que o uso do preservativo não é 100% eficaz. É necessário, portanto, vacinar as adolescentes e mulheres adultas. Entretanto, é importante frisar que a rotina do exame preventivo (papanicolau) não pode ser abandonada, visto que o câncer de colo do útero pode estar relacionado a outros de tipos de HPV que não são ainda preveníveis pela vacinação. A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda a vacinação o mais precocemente possível, isto é, ainda na adolescência e, quando isso não ocorrer, assim que possível. São necessárias três doses da vacina.

Como se proteger da gripe? É importante lembrar que gripe não é resfriado. É uma doença mais grave que, geralmente, evolui para complicações, sendo causa comum de pneumonia. Daí a importância de se vacinar. A vacina da gripe está indicada para todas as mulheres, inclusive gestantes (ajuda a proteger o bebê que só poderá ser vacinado após os 6 meses), e deve ser aplicada anualmente.

Como se proteger de Varicela? Cerca de 70% das pessoas apresentam Varicela (catapora) antes dos 15 anos de idade. Portanto, 30% podem apresentar a doença na adolescência e na idade adulta, fase em que a varicela se manifesta com um quadro mais grave. Apesar de, na maioria das vezes (principalmente nas crianças), apresentar-se de forma benigna, a Varicela é causa de complicações bacterianas graves e pode até mesmo matar. Dados norte-americanos mostram que, enquanto na infância estima-se que a taxa de letalidade da Varicela em menores de um ano é de menos de cinco óbitos por 100.000 casos, nos maiores de 30 anos a catapora mata cerca de 25 pessoas a cada 100.000 mil casos. Além disso, a Varicela durante a gestação é uma doença grave que pode levar ao aborto e à morte fetal. Recém-nascidos de mães com catapora apresentam um quadro gravíssimo chamado síndrome de Varicela congênita. Desta forma, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações, adolescentes e mulheres que não tiveram catapora ou não foram vacinadas na infância devem receber duas doses da vacina contra Varicela, com intervalos de dois meses entre elas. A vacina anti-varicela está disponível apenas nas clínicas de vacinação da rede privada e é contra-indicada no período da gestação.

Como se proteger do Sarampo, da Rubéola e da Caxumba? Assim como a varicela, o sarampo, a rubéola e a caxumba são doenças que atingem mais as crianças, mas que não são exclusividades desta, podendo também atingir, de forma mais grave, adolescentes e adultos. Uma única dose da vacina Tríplice Viral está indicada para os adultos e disponíveis na rede pública para mulheres até 49 anos de idade. Os dois maiores objetivos desta vacinação é prevenir o sarampo e a rubéola congênita. O sarampo é uma doença controlada em nosso país, graças à vacinação das crianças. Para que esta realidade prevaleça, a vacinação de adolescentes e adultos é imprescindível. A rubéola congênita ocorre quando, durante a gravidez, a mulher contrai a doença, que e é causa de má formações no bebê. A vacina Tríplice Viral está contra-indicada durante a gestação.

Por que algumas vacinas não estão disponíveis nos postos de saúde? As vacinas oferecidas pelo Ministério da Saúde integram o calendário básico de vacinação do Programa Nacional de Imunizações (PNI), que é elaborado com base nas prioridades da saúde pública. Existem, entretanto, outras vacinas que também são importantes para a proteção de seu filho.

As vacinas das clínicas são eficientes? Sim, desde que armazenadas e aplicadas conforme normas técnicas, válidas para clínicas e postos de saúde. Por segurança, recuse vacinas armazenadas em “frigobar” ou em ambientes sem temperatura controlada 24 horas por dia.

As vacinas podem causar eventos adversos? Sim, geralmente leves e passageiros. As vacinas atenuadas (varicela, tríplice viral e febre amarela) podem 5 a 10 dias depois da aplicação, causar o surgimento de sintomas semelhantes aos das doenças contra as quais protege, mas isso é raro. Já as outras vacinas (inativadas) podem causar febre e reações locais (dor, vermelhidão e edema) nas primeiras 24 a 48 horas. Reações mais graves são muito raras.

O prematuro deve ser vacinado? Sim, na idade cronológica, como os outros bebês, com ressalvas que devem ser observadas pelo pediatra.

Em caso de atraso, deve-se reiniciar o esquema de vacinação? Não, basta completar o esquema previsto para a vacina em atraso.

Por que os pais também devem se vacinar? Para prevenir doenças que podem transmitir (sem saber) aos bebês antes que eles estejam protegidos delas pelas vacinas. Além disso, a mulher durante a gestação, transmite anticorpos que protegem o bebê ao longo dos primeiros meses de vida.

Quais são as hepatites preveníveis por vacinas e como proteger meu filho?

Hepatite A – é transmitida através de água e alimentos contaminados ou pelo contato com o doente. A vacina está indicada para crianças a partir de 1 ano, em duas doses, com intervalo de seis meses.

Hepatite B – é transmissível sexualmente e pelo contato com sangue, que pode ocorrer, por exemplo, durante uma brincadeira de criança, no dentista ou durante o parto. O esquema vacinal deve ter início nas primeiras 12 a 24 horas de vida, para prevenir a hepatite neonatal que em mais de 90% dos casos evolui para hepatite crônica. Em qualquer idade, são necessárias três doses da vacina.

Vacinei meu filho contra hepatite B na maternidade, quando devo dar a segunda dose? Aos 2 meses de vida, através das vacinas combinadas – Hexa (em clínicas particulares) ou a Penta do PNI (Programa Nacional de Imunizações) nos postos públicos de saúde.

O que é Rotavírus e como proteger meu filho? É a principal causa de diarréia grave na infância. Os casos graves ocorrem principalmente em crianças com até 2 anos. Outros agentes podem causar diarréia, mas, com a vacina contra o Rotavírus seu filho estará protegido contra a causa mais comum. O bebê deve receber a primeira dose a partir de 6 semanas de vida (rotineiramente aos 2 meses). Esta dose não pode ser aplicada após 3 meses e 15 dias. Dependendo da vacina utilizada (pentavalente – clínicas privadas / monovalente – Postos de saúde), o esquema vacinal possui 3 ou 2 doses, respectiavemente. A última dose do esquema deve ser tomadaantes de a criança completar 8 meses de vida.

Vacina BCG, e se não deixar marca? Após aplicação da BCG, geralmente ocorre a formação desejável de uma lesão ulcerada (um pequeno tumor). O tempo de evolução desta lesão é de 6 a 12 semanas, podendo chegar a 24 semanas. A não formação desta lesão após 6 meses da aplicação, pode indicar a necessidade de nova dose da vacina.

Difteria, Tétano e Coqueluche: quais as vacinas disponíveis? As vacinas Tríplices Bacterianas protegem contra as três doenças. A de células inteiras está disponível na rede pública, existindo em combinação com a Hib e Hepatite B (Penta do PNI). A Tríplice Acelular existe somente na rede privada. Esta vacina produz menos reações adversas graves, menos dor no local da aplicação, e existe em combinações com outras vacinas, como PENTA e HEXA.

Doenças pneumocócicas, como proteger meu filho? A infecção pneumocócica é causa de meningite, pneumonia, sepse e otite média, entre outras doenças graves. Bastante comum em crianças menores de 5 anos, costuma ser mais grave antes dos 2 anos de idade. Por isso, a recomendação das sociedades médicas (SBP e SBIm) é a de vacinar rotineiramente as crianças com a vacina pneumocócica conjugada o mais precocemente possível, a partir dos 2 meses de idade. Esta conduta é particularmente importante, pois, quanto mais jovem a criança, maior o risco de ser acometido por doenças pneumocócicas invasivas e maior a mortalidade e a possibilidade de seqüelas.

Quais vacinas existem contra o pneumococo? Atualmente existem dois tipos de vacinas antipneumocócicas disponíveis no mercado: a vacina polissacarídica (Pneumocócica 23-valente) e as vacinas conjugadas (pneumocócica 10-valente, também conhecida por Synflorix e pneumocócica 13-valente, conhecida por Prevenar 13).

Qual a diferença entre essas vacinas? A vacina Pneumocócica 23-valente não é eficaz para crianças abaixo de 2 anos de idade e pouco eficaz em crianças de outras idades. A resposta imunológica das crianças desta faixa etária a vacinas polissacarídicas não é boa, com baixa produção de anticorpos específicos, queda rápida dos seus níveis e não ocorre fenômeno de memória quando há reexposição. Por outro lado, entre adultos, idosos e pacientes com doença de base, a eficácia é bastante satisfatória para formas graves da doença. A persistência da imunidade não é muito boa e, dependendo da população vacinada e da faixa etária, existe indicação de apenas uma revacinação após cinco anos.As vacinas conjugadas apresentam melhor resposta imune especialmente para as crianças menores de dois anos de idade, estimulando a produção de anticorpos nesta faixa etária, bem como um forte efeito de memória na reexposição. Os tipos de antígenos contidos nestas vacinas são aqueles relacionados com as formas mais graves de doença pneumocócica.

Quem pode se vacinar?
As vacinas antipneumocócicas conjugadas estão indicadas de rotina para todas as crianças a partir de dois meses de idade, para adultos a partir de 60 anos de idade e para pessoas portadoras de doenças crônicas de qualquer idade. A vacina antipneumocócica polissacarídica 23-valente está indicada para todas as pessoas com mais de 60 anos.Também há indicação para esta vacina em situações de risco para a doença pneumocócica, a partir de 2 anos de idade, como pacientes diabéticos; com doença pulmonar; doença cardiológica; asplênicos (sem baço); imunodeprimidos; entre outros. No caso destas pessoas de risco recomenda-se, inclusive, a vacinação com as duas vacinas, conjugada e polissacarídica.

Como saber qual tipo de vacina devo usar? 
Para crianças, a vacina escolhida deve ser sempre a pneumocócica conjugada.Crianças maiores de 24 meses, adolescentes e adultos, se considerados de alto risco, como  anemia falciforme, outras doenças do sangue, infecção pelo HIV, doenças crônicas cardíacas ou pulmonares, imunodepressão, doença renal, transplantadas, devem receber os dois tipos de vacina pneumocócica. Maiores de 60 anos também  devem receber, de rotina,  as vacinas antipneumocócicas 13 e 23-valente.

Qual é o esquema vacinal? Para crianças, a vacinação pneumocócica deve ser iniciada o mais precocemente possível e está indicada a partir dos 2 meses de idade. Isso porque a doença é mais grave e mais incidente no primeiro ano de vida. O esquema recomendado é de três doses no primeiro ano de vida (a partir dos 2 meses de idade) e um reforço entre 15 e 18 meses de idade.A vacina anti-pneumocócica 23-valente deve ser aplicada em dose única naquelas situações em que está indicada. A necessidade de reforço 5 anos após deve ser avaliada pelo médico.Uma dose da vacina 13-valente é recomendada para todas as crianças saudáveis entre 24 meses e 5 anos (71 meses) de idade não vacinadas previamente ou com vacinação pneumocócica incompleta. Se crianças nesta faixa etária apresentarem com condições médicas subjacentes que aumentam o risco para a doença pneumocócica ou suas complicações (doença falciforme, infecção pelo HIV ou outra condição de imunocomprometimento, implante coclear, fístula liquórica, entre outras), tendo sido ou não previamente vacinadas com as vacinas 7 ou 10-valente, devem receber duas doses da vacina 13-valente. Isto inclui aqueles que já receberam a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente. A vacina deve ser aplicada pelo menos 8 semanas após a última dose de vacina (conjugada ou da polissacarídica).

Quais os efeitos adversos das vacinas contra o pneumococo? Os eventos adversos mais comuns são reações locais, como dor, vermelhidão, inchaço enduração. Reações graves são raras.

Existem contraindicações às vacinas? A vacina conjugada 10-valente não está indicada para pessoas acima de 5 anos de idade. Tanto as vacinas conjugadas como a vacina polissacarídica são contraindicadas em pessoas com hipersensibilidade a componentes da vacina. A vacinação deve ser adiada em vigência de doença aguda moderada ou grave, mas pode ser utilizada em vigência de doença leve do trato respiratório.

As vacinas estão disponíveis nos Postos de saúde? A vacina 10-valente está disponível nos postos de saúde, para crianças até 2 anos de idade. Para pessoas de risco para doença pneumocócica, a vacina 23-valente pode ser obtida através dos Centros de Referência em Imunobiológicos Especiais do Ministério da Saúde.

Como fazer em relação a crianças que tenham terminado esquemas de vacinação com as vacinas 7 ou 10-valente mas que desejam proteção mais ampliada com a vacina 13-valente? As crianças que receberam esquema completo com as vacinas 7 ou 10-valente podem tomar uma dose suplementar da vacina 13-valente para ampliar a proteção contra os sorotipos adicionais, desde que se respeite um intervalo mínimo de 2 meses após a última dose da vacina recebida previamente.

Crianças com mais de 5 anos não podem tomar as vacinas conjugadas? Como a vacina 13-valente só está licenciada em bula até 5 anos e a partir de 50 anos de idade,  crianças e adolescentes a partir de  6 anos, bem como adultos até 50 anos de idade, mas que apresentam doenças subjacentes de maior risco para doença pneumocócica invasiva, podem e devem receber uma dose  da vacina 13-valente, desde que apresentem o pedido médico. Isto inclui também aqueles que já receberam a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente.

Qual a importância das meningites bacterianas? As meningites bacterianas têm sua causa relacionada com a faixa etária e a provável porta de entrada do agente infeccioso. Constituem-se numa doença infectocontagiosa com alta prevalência na faixa etária pediátrica, principalmente crianças na faixa etária de menor responsividade imunológica (recém-nascidos e menores de 2 anos), acarretando perdas motoras, neurossensoriais e suas conseqUências (surdez, retardamento mental, paralisia motora, etc.), além de alta mortalidade. É um sério problema de saúde pública, principalmente nos países em desenvolvimento, com um alto ônus social. Por estes motivos é muito importante a prevenção através da vacinação.

Quais as principais bactérias causadoras destas meningites? No Brasil são três os principais agentes causadores de meningite bacteriana : Haemophilus influenzae do tipo b, meningoco e pneumococo. Já praticamente não se registram casos de infecção pelo Haemophilus influenzae do tipo b, visto a vacinação em massa disponível para todos os menores de 5 anos nos postos de saúde. A meningite meningocócica é a mais comum em nosso meio. Atinge principalmente as crianças menores de 2 anos de idade (faixa em que ocorre a maioria dos óbitos), mas pode atingir também adolescentes e adultos. A segunda causa mais comum de meningite bacteriana é a infecção pneumocócica que, como a meningocócica, atinge principalmente os menores de 2 anos.

Como evitar meningites bacterianas?  A melhor maneira de evitar é prevenindo antes que um contato com a doença ocorra e hoje existem algumas vacinas disponíveis, mas com diferenças importantes entre elas. A vacina conjugada contra o Haemophilus influenzae do tipo b faz parte do calendário básico de vacinação, estando disponível em postos de saúde, na vacina PENTA de células inteiras que é aplicada a partir dos dois meses de idade, com grande proteção (tornou-se uma doença rara atualmente, graças à vacinação em massa). Na rede privada, essa vacina encontra-se em combinação nas vacinas HEXA e PENTA acelulares e na apresentação isolada. Crianças com mais de cinco anos de idade em geral não necessitam tomar esta vacina. No entanto, adultos e crianças mais velhas com problemas de saúde especiais podem ter recomendação para vacinação. Contra a doença meningocócica, existem dois tipos de vacina: as vacinas conjugadas (C e ACWY) e a vacina meningocócica B.
As vacinas conjugadas contra a meningite meningocócica  tem elevada eficácia (inclusive em menores de um ano) e conferem proteção prolongada. A vacina meningocócica conjugada C foi incluída no calendário público de vacinação do Brasil em 2010, para crianças de 2 meses até 2 anos de idade.
A vacina meningocócica conjugada ACWY e a vacina meningocócica B só estão disponíveis na rede privada de clínicas de vacinação. A importância destas vacinas reside no fato de que muitos países, inclusive o nosso, vêm observando aumento na proporção de casos de doença meningocócica pelos sorotipos B e W. Além disso, em muitos países o risco de infecção pelos tipos B, A, W e Y é maior que no Brasil, de modo que esta vacina se torna a melhor  opção para viajantes.
Contra a doença pneumocócica, existem as vacinas conjugadas pneumocócicas 10 e 13 valentes, que são recomendadas para todas as crianças a partir dos dois meses até 5 anos de idade. A vacina 13 valente também está licenciada para adultos a partir de 50 anos..
Outra vacina disponível contra a doença pneumocócica é a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente que, da mesma forma que a vacina polissacarídica contra o meningococo, não pode ser aplicada antes dos dois anos de idade (época de maior risco para doença invasiva), não tem proteção prolongada e induz à tolerância imunológica. Tem indicações mais específicas, para indivíduos de alto risco e somente pode ser usada a partir dos dois anos de idade. Crianças sob alto risco devem receber a vacina conjugada e também a vacina 23-valente.
Pessoas a partir de 60 anos de idade também devem ser vacinados com a vacina conjugada 13 valente e a vacina pneumocócica 23 valente.

Em que situações essas vacinas estão indicadas?

Haemophilus Influenzae tipo b conjugada: todas as crianças, a partir de 2 meses de idade e indivíduos sob alto risco para desenvolver doença grave ou com outras situações de risco associadas, em situações em que há diminuição da resposta imunitária (anemia falciforme, pessoas sem baço, alcoolismo, transplante de medula óssea, traumatismos cranianos e endocardite bacteriana). Esta vacina é aplicada em vacinas combinadas ( na “Tetra”, na “Penta”e na “Hexa”) mas também existe em formulação isolada.

  • Meningocócica conjugada ACWY (preferencialmente): todas as crianças aos 3, 5 e 7 meses de idade e reforços entre 12 e 15 meses, aos 5 e aos 11 anos de idade. Também é a vacina recomendada para a imunização de adolescentes, adultos e de viajantes para regiões onde os tipos A, C, W e/ou Y apresentam alta endemicidade (exemplo: “cinturão da meningite da África”, Arábia Saudita, Estados Unidos). Caso não seja possível, utilizar a vacina meningocócica C: duas doses aos 3 e 5 meses. Saiba mais.
  • Pneumocócica 10-valente: todas as crianças, a partir de 2 meses e até 5 anos de idade.
  • Pneumocócica 13-valente: todas as crianças, a partir de 2 meses e até 5 anos de idade.
  • Pneumocócica 23-valente: Idosos e indivíduos com alto risco para doença pneumocócica (pneumopatas, diabéticos, cardiopatas, doentes crônicos, pacientes imunodeficientes). Idosos a partir de 60 anos e crianças, adolescentes e adultos com doenças crônicas devem receber a vacina conjugada 13 valente e a vacina polissacarídica, iniciando com a conjugada  e depois recebendo a 23-valente.

O que é varicela (catapora)? É uma infecção altamente contagiosa causada pelo vírus varicela zoster. Pode ser complicada com infecções bacterianas, que exigem o uso de antibióticos e que podem levar, mesmo que raramente, a internações e óbitos. Costuma ser mais severa em adolescentes e adultos. Durante a gravidez pode resultar em malformações do feto e aborto.

Quem não pode se vacinar? Indivíduos com quadro febril agudo, com doenças ou tratamentos que levem à imunossupressão (diminuição da imunidade), gestantes ou pessoas com alergia a algum dos componentes da vacina (ex. neomicina).

Quando devo vacinar? A primeira dose deve ser aplicada a partir dos 12 meses de idade. Excepcionalmente pode ser aplicada a partir de 9 meses (neste caso, esta dose não deve ser considerada válida). A segunda dose, deve ser aplicada 3 meses após.

Uma vez em contato com o doente, a vacina ainda é eficaz? Se aplicada até 72 horas após a pessoa ter contato com doentes de catapora, a vacina tem uma boa possibilidade de evitar ou amenizar a doença.

Sarampo, Caxumba e Rubéola:
Quem precisa e quando se vacinar? A primeira dose da vacina Tríplice Viral está indicada a partir dos 12 meses de vida. A segunda, entre 4 e 6 anos de idade. Quem não recebeu duas doses da vacina na infância, deve se vacinar a qualquer momento.

Quem não pode se vacinar? Indivíduos com quadro febril agudo, com doenças ou tratamentos que levem à imunossupressão, gestantes ou pessoas com alergia a algum dos componentes da vacina (neomicina e kanamicina).

Gripe: quando vacinar? A partir dos 6 meses. Os bebês possuem maior risco de apresentar as complicações da doença, como pneumonia, otite média, bronquiolite, acometimento muscular e manifestações do Sistema Nervoso Central. Além disso, crianças em idade escolar apresentam alta taxa de infecção (15 a 40%), adquirem e transmitem o vírus com mais freqüência e por mais tempo, tendo papel crucial na disseminação da gripe na família e na comunidade. Adolescentes, adultos e idosos também devem ser vacinados, preferencialmente entre março e maio, antes da “estação da gripe”.

Quem não pode se vacinar? Alérgicos a ovo de galinha ou a outro componente da vacina (dependendo do fabricante).
A vacina pode causar gripe? Não. Os eventos adversos que a vacina eventualmente pode causar são em geral leves e no local da aplicação (eritema, enduração e dor). Reações sistêmicas também são leves, raras e incluem febre baixa, dor no corpo e mal estar de 6 a 12 horas após a aplicação, com duração menor que dois dias.
A vacina é eficaz? Sim, contra a gripe (vírus influenza), mas não imuniza contra os resfriados (vírus sincicial respiratório, rinovírus, etc.).
Qual o esquema de vacinação? No primeiro ano, as crianças com até 9 anos de idade devem receber duas doses, com intervalo de um mês. Para os demais, dose única anual. Todos precisam receber uma dose de reforço anual.

Devo vacinar minha filha contra o HPV? Sim. O Papilomavíus Humano é muito comum (metade da população adulta em todo o mundo já foi ou será infectada por algum tipo de HPV em algum momento da vida). Este vírus está relacionado com praticamente 100% dos casos de câncer do colo do útero e verrugas genitais. A principal via de infecção é o contato sexual, por isso é importante vacinar entre 11 e 12 anos, bem antes de se iniciar a atividade sexual.

Contato

Nossa Localização

Clínica Acreditada